quinta-feira, 14 de maio de 2009

Educação: Livro ensina crianças a preservar


Este ano chegou ao Brasil o livro 3 erres: Reutilizar, Reduzir, Reciclar. A obra estimula crianças de 3 a 7 anos a pensar na importância de reciclar e preservar o meio ambiente. A autora descreve modos diferentes de como cuidar da natureza e da água para que possamos ter um futuro com garantia de qualidade de vida. Apesar de fazer parte de uma coleção espanhola, o livro foi totalmente adaptado à realidade do público infantil brasileiro. O título já está nas livrarias de todo país e pode ser encontrado facilmente em sites de vendas pela internet com o preço médio de R$ 21,00.


Por,
Paula Leitão
Jornalista

Economia: Empresa catarinense confecciona com malha reciclada

Para os empresários sensíveis com as causas ambientais essa dica é ótima! A empresa blumenauense Fujiro é especializada em confecção de brindes promocionais com material reciclado. Através da reciclagem de algodão e garrafas pets, a empresa cria camisetas, sacolas, uniformes e acessórios.

E ao contrário do que muitos pensam, a empresa garante que o material é tão flexível e confortável como as outras malhas conhecidas para a confecção de peças de vestuário. Empresas já adeptas à realização da Semana Interna de Meio Ambiente já podem contar com a possibilidade de confeccionar brindes exclusivos para sorteios ou distribuição, e de quebra, passam aos colaboradores, clientes, fornecedores o exemplo de consciência ambiental.

Quer saber mais? Acesse o site da Fujiro e conheça alguns produtos
http://www.fugiro.com.br



Por,
Paula Leitão
Jornalista

Educação ambiental: Senac oferece MBA em Gestão Ambiental

As recentes transformações ambientais sentidas pela população – a exemplo da seca no oeste de Santa Catarina e Rio Grande do Sul e as excessivas chuvas na região Norte do país – despertam o interesse das pessoas pela área ambiental. No Senac/SC, os cursos voltados especificamente para o setor estão entre os mais procurados. Em Itajaí, há uma turma em andamento do curso técnico em Controle Ambiental, com 26 alunos, e em Chapecó inicia em agosto o MBA em Gestão Ambiental. Na modalidade de educação a distância, há duas turmas da especialização em Educação Ambiental oferecida pela Faculdade Senac Blumenau em andamento, totalizando 50 pessoas.


Fonte:
Assessoria de Imprensa (Débora Gonçalves)

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Petição contra código ambiental está circulando pela internet


Em 13 de abril de 2009 entrou em vigor o Código Ambiental de Santa Catarina (região Sul), Lei Estadual 14.675/09. Entre as determinações da lei, algumas causam mais arrepio aos ambientalistas:

1. Reduzem áreas de preservação, como as matas ciliares (margens dos rios);
2. Diminui a área de preservação nas margens dos rios;

Desde a semana passada rola pela internet um documento com o seguinte título “Petição Contra o Código Ambiental de Santa Catarina”, onde os interessados podem votar. O autor não especifica para onde será encaminhada a Petição com as assinaturas contra o código, ainda assim é válida como uma movimentação dos amantes da natureza que discordam da legislação.

O documento inicia em inglês, mas a tradução está em seguida. O autor defende sua posição contra a Lei Estadual dizendo que “o código foi elaborado para beneficiar o agronegócio corporativo e políticos locais, e sua manutenção, pode comprometer o meio ambiente”. Ficou curioso? Quer votar? Confira em
http://www.petitiononline.com/Sayno09/petition.html


Por alguns dias o Blog Jovem e Atual fez uma enquete com os blogueiros sobre se eles são a favor do novo Código Ambiental de Santa Catarina. Muitos alegaram ser contra, como mostra a imagem acima, porém, a grande maioria diz que não conhece o que diz o código. Vamos tentar, nas próximas semanas esclarecer para você internauta alguns pontos do código, com depoimentos de quem entende do assunto, para assim deixar nossos blogueiros antenados no assunto. Obrigada a todos pela votação!


Por,
Paula Leitão
Jornalista e Colaboradora do Blog

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Filhos: Educação ambiental em desenho brasileiro


O público infantil conta com mais um aliado na preservação da natureza, é o Peixonauta, um defensor do meio ambiente. Ele é um peixe que usa roupa de astronauta para passear pela terra e salvar a natureza. Trabalha para a OSTRA – Organização Secreta para Total Recuperação Ambiental, e conta com a amizade e ajuda da menina Marina para realizar suas missões.

A personagem estreou uma série de desenhos, em abril de 2009, no canal pago Discovery Kids e destaca-se pela linguagem de educação ambiental para crianças de 4 a 7 anos de idade.

O desenvolvimento do desenho, os roteiros e a própria animação são feitos por uma produtora de filmes brasileira. Mais um dos produtos tipo exportação que nossa gente manda pro mundo.


Por,
Paula Leitão
Jornalista



domingo, 3 de maio de 2009

Licença: FATMA encaminha solução para licenças ambientais


A FATMA vai contratar a Unisul de Tubarão para a realização de análise técnica dos pedidos de licenciamento ambiental. Esta foi a informação que o deputado estadual Décio Góes (PT) passou no final da tarde desta quinta-feira (30) aos diretores do Siecesc (Sindicato da Indústria do Carvão Mineral) e empresários do setor, durante reunião realizada na sede do sindicato, em Criciúma. “Procurei esta semana o presidente da FATMA, que me confirmou esta solução de contratar a Unisul de Tubarão para análise dos licenciamentos ambientais”, afirmou Góes.

A diretoria do Siecesc e empresários do setor avaliaram como positiva esta decisão da FATMA. Os deputados estaduais Décio Góes (PT) e Valmir Comin (PP), presentes neste encontro, estarão agendando um novo encontro com o presidente da FATMA, Murilo Flores, na próxima semana, para dar andamento nesta solução que se refere aos licenciamentos ambientais.


Entenda o caso:

- Recente decisão da Justiça Federal exigiu que as empresas de mineração se submetam ao crivo de uma comissão multidisciplinar, envolvendo profissionais de várias áreas, para a obtenção da LAP (Licença Ambiental Prévia), LAI (Licença Ambiental de Instalação) e LAO (Licença Ambiental de Operação).

- A FATMA não dispõe de todos os profissionais especializados nas diversas áreas para atender esta decisão da Justiça. O Ministério Público determinou que a FATMA se aparelhe com os recursos humanos necessários para cumprir a referida decisão judicial.

- A equipe multidisciplinar exigida deve contar com engenheiro químico industrial, biólogo, engenheiro egrimensor, engenheiro civil, engenheiro agrônomo, engenheiro sanitarista, geólogo e engenheiro de minas.

- A FATMA só pode contratar através de concurso público. A concessão destas licenças referem-se a todas as atividades de mineração (não só de extração do carvão mineral) e que envolvam licenciamentos ambientais, e a não concessão de licenças pela FATMA vai levar a uma paralisação da atividade econômica no Estado.

- A diretoria do Siecesc enviou dia 27 de abril correspondência aos deputados estaduais solicitando apoio no encaminhamento de soluções ao problema apresentado.

- Na reunião do dia 30 de abril, às 17 horas, na sede do Siecesc, o deputado Décio Góes apresentou a solução encaminhada pela FATMA, de contratação da Unisul de Tubarão, até realização de concursos públicos, evitando que haja paralisação na atividade econômica por falta de licenciamentos ambientais.


Fonte:
Assessoria de Imprensa (Joice Quadros)

quinta-feira, 23 de abril de 2009


Parabéns para quem é ou já foi Escoteiro. Hoje é comemorado o Dia Mundial do Escotismo. Mais de cem anos e uma ótima filosofia de vida!

Prefeito de Içara assume compromisso com a questão social

“Não faltarão verbas para projetos que visem o desenvolvimento do município e fomentem o bem estar da criança e do adolescente”, afirma o prefeito de Içara Gentil da Luz, no 7º Seminário Regional de Formação para os operadores do Sistema de Garantias dos Direitos da Criança e do Adolescente, na última semana. O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de Içara está entre um dos piores de SC e que repensar esse número é um compromisso de toda administração para os anos de governo. Para o Grupo Escoteiro, que tem uma tradição centenária no trato com a criança e o adolescente, e a Onda Verde, Assessoria de Marketing e Desenvolvimento de Projetos Ambientais, essas palavras deram um novo ânimo no tocante à realização das ações já existentes e em andamento, sempre visando o bem-estar social e o meio ambiente. Vamos fiscalizar a concretização desse anúncio!

Projeto Quati está com grupo de mudas definidas

O Projeto Quati já definiu o grupo de mudas a serem plantas em dois anos de realização. Mudas para plantio imediato: 1.000. A serem plantadas daqui a 60 dias: 1.500. Doadas pela Epagri – Estação Urussanga: 300 palmiteiros. Doadas pela Ferrovia Tereza Cristina com plantio previsto para daqui a 90 dias: 1.000, sendo essas últimas frutíferas nativas não comestíveis pelo ser humano. Para os próximos dois meses está prevista a aquisição de 2.000 mudas: grumixama, gabiroba, chal-chal, maria-mole, cerejeira, uvaia, nona, araçá do campo, araçá vermelho, goiaba, amora silvestre, amora comum e palmiteiro. Você também pode participar! Entre contato através do e-mail ondaverde2008@gmail.com, deixe seus dados: nome completo, endereço, muda de sua preferência e seja um “quati” você também!

Desastre natural em SC é tema de exposição fotográfica na Unesc

Desastres naturais em SC são tema da exposição promovida pelo curso de Geografia da Unesc, aberta à visitação pública, no hall do bloco XXI-A. As imagens trazem à tona as trágicas enchentes do vale do Itajaí do ano passado, as cheias que acometeram Criciúma e região neste início de ano, o Furação Catarina e os tornados. A mostra se estende até o dia 28 deste mês.

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Siecesc inicia entrega de cartilhas ambientais na Amrec


Escolas públicas e particulares dos municípios de Lauro Muller, Orleans, Urussanga, Cocal do Sul, Içara, Morro da Fumaça, Nova Veneza, Forquilhinha, Treviso e Siderópolis receberam as cartilhas do Projeto de Educação Ambiental 2009 nos dias 06, 07 e 08 de abril.

A ação é realizada pelo Sindicato da Indústria de Extração de Carvão do Estado de Santa Catarina (Siecesc), em parceria com a equipe de Meio Ambiente da Satc. Os personagens da cartilha “Indiozinho” e “Mineirinho” entregaram apostilas sobre meio ambiente a educandos de 1ª e 2ª séries (2º e 3º ano) e apostilas sobre carvão mineral aos alunos de 3ª e 4ª série (4º e 5º ano), além de uma pasta para guardar o material.

Os professores receberem uma sacola com os manuais sobre meio ambiente ou carvão, dependendo da série em que lecionam. Eles também participaram de Formações Continuadas nos meses de fevereiro e março para o uso da cartilha e desenvolvimento dentro da sala de aula, inclusive com a programação de eventos relacionados ao meio ambiente no decorrer do ano letivo.

O Projeto de Educação Ambiental teve início em 2005 com a capacitação dos professores. Em três anos, foram distribuídas 66 mil apostilas para alunos e 2.700 kits para professores em escolas das regiões Amesc e Amrec. Em outubro de 2006 o Siecesc recebeu, em Joinville, o Prêmio Empresa Cidadã, da ADVB SC.

O principal objetivo do projeto é desenvolver a educação ambiental na região, contribuindo para uma melhor compreensão do meio ambiente, suas interações e a necessidade de uso dos recursos naturais sem comprometer a sobrevivência das atuais e das próximas gerações.




Fonte:
Joice Quadro e Diene Lemos

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Batalha aberta pelo código ambiental de Santa Catarina

O Código Ambiental de Santa Catarina, sancionado na segunda-feira, causou tanta repercussão que o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, e o governador do Estado, Luiz Henrique da Silveira (PMDB), ameaçaram ontem usar forças federais e estaduais um contra o outro.

Minc determinou aos fiscais do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) que ignorem a lei catarinense, multem e prendam agricultores e quem mais seguir as determinações do código estadual. Em resposta, Luiz Henrique avisou a Minc, por ofício, que usará a polícia para proteger os cidadãos do Estado.

O código de Santa Catarina é, no momento, o terror dos ambientalistas. Enquanto o Código Florestal federal exige que o produtor preserve 30 metros de mata ciliar em pequenos rios e córregos, o catarinense diz que as propriedades acima de 50 hectares terão de manter apenas 10 metros de mata. Já as menores de 50 hectares podem deixar a mata ciliar com apenas cinco metros.

Minc disse que pediu à Advocacia-Geral da União (AGU) que requeira ao Supremo Tribunal Federal (STF) a declaração de inconstitucionalidade da lei catarinense. – Essa lei é inconstitucional. O Brasil não é os Estados Unidos, em que cada Estado faz a sua lei. Há uma legislação federal e ela tem de ser cumprida – disse Minc.

O governador de Santa Catarina também quer que o assunto vá parar no STF. Ele acha que a Suprema Corte, provocada, vai enfim dizer o que vale e o que não vale no Código Florestal Brasileiro, uma medida provisória nunca votada (MP 2.166/67, de 2001, reeditada 67 vezes).

Luiz Henrique afirma que Santa Catarina tem peculiariedades diferentes dos demais Estados, pois só tem minifúndios e, em muitos casos, agricultores e pecuaristas já avançaram pela mata ciliar, prática que vem do século 19.Ao saber das ameaças de Carlos Minc, Luiz Henrique enviou ontem um ofício ao ministro do Meio Ambiente. Acusou-o de agir como “um ministro da ditadura”.“A declaração de Vossa Excelência só pode ser atribuída aos ministros do regime ditatorial, não a um ministro de um governo democrático”.

No mesmo ofício, e apesar do clima de clara beligerância, Luiz Henrique convidou Minc a visitar o Estado.“Conhecendo a nossa realidade, e os prejuízos que a lei federal vêm impondo à produção agropecuária catarinense, bem como a geração de emprego e renda no campo, Vossa Excelência aplaudirá o nosso código. que compatibiliza o desenvolvimento com proteção ambiental.”


Fonte:
Diário Catarinense

Nova reunião do Piava Sul prepara terceira oficina de capacitação

A organização da terceira oficina de capacitação do projeto Piava Sul vai mobilizar do grupo de trabalho amanhã, a partir das 14 horas, na sala 5 do bloco L da Unesc. A iniciativa, que terá como temática “Mobilização e Participação Social e Cadastro de Usuários de Água”, integra o cronograma de formação dos membros das bacias dos rios Araranguá e Urussanga, a ser desenvolvido até 2010. O Piava Sul é uma iniciativa do Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do rio Itajaí, executado pela Fundação Agência da Água do Vale do Itajaí e patrocinado pela Petrobrás, por meio do Programa Petrobrás Ambiental. O projeto tem a coordenação da professora Rose Maria Adami, com sede junto ao curso de Geografia. Seu objetivo é capacitar os comitês gestores das bacias hidrográficas da região para a participação efetiva na criação de políticas públicas de gestão hídrica.


Fonte:
Assessoria de Imprensa Unesc (Zeca Virtuoso)

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Jornalismo ambiental

Para quem deseja inteirar-se das notícias relacionadas à questão ambiental, talvez o site “O Eco” seja um dos mais completos na área. É um site especializado em jornalismo ambiental, área que ainda é considerada nova e conta com poucos profissionais gabaritados pra tratar o tema.

O espaço apresenta artigos, reportagens, crônicas com as mais variadas pautas e posicionamentos sobre a questão ambiental, e ainda procura manter-se atualizado de notícias sobre o meio ambiente com maior freqüência que a imprensa nacional costuma trabalhar o assunto.

Vale conferir e adicionar aos favoritos:
www.oeco.com.br


Por
Paula Leitão
Jornalista e Colaboradora do Blog

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Código Ambiental é aprovado na AL



Após um dia intenso de discussões o novo código ambiental de Santa Catarina foi aprovado ontem na Assembléia Legislativa por 31 votos contra 7 abstenções e 2 ausências. A bancada do Partido dos Trabalhadores manteve a unidade e se absteve da votação.

A bancada do PT desde o inicio da manhã, desta terça-feira (31), tentou aprovar na reunião conjunta das comissões (CCJ, Finanças, Agricultura e Meio Ambiente) e posteriormente em plenário, algumas emendas que pretendiam avançar em alguns pontos considerados polêmicos, como a redução de 30 para 5 metros nas APPs ao longo dos cursos d’água sem levar em conta estudos técnicos, a falta de garantia do pagamento de serviços ambientais, a composição desequilibrada das Jarias, a falta de diferenciação de pequeno agricultor familiar e grande propriedade entre outros conceitos.

O deputado Décio Góes, que preside a Comissão de Meio Ambiente, usou a tribuna para lamentar a rejeição das emendas elaboradas pela bancada e se preocupa com o futuro de SC em relação ao meio ambiente. “Não quero que os agricultores voltem para casa com a certeza que tudo vai mudar a partir de amanhã, se a estrutura e os procedimentos da Fatma, da Epagri ou da Polícia Ambiental não mudaram; se adotaram parâmetros inconstitucionais, podendo o novo Código ser sustado no Judiciário; ou voltem pensando que vão receber o pagamento da prestação de serviços ambientais, pois esse que seria o maior avanço do Código ficou para um próximo projeto de lei", finaliza.


Fonte:
Assessoria de Imprensa (Luiz Henrique Fogaça)
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