
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
Absurdo: Cão é estuprado e esfaqueado em MG

sexta-feira, 29 de outubro de 2010
Monstro joga fogo em ninhada de gatinhos em Criciúma
Ong suspende atendimento de animais doentes em clínicas
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
Furão resgatado encontra novo lar no Parque Ecológico de Maracajá

O mais novo animal do Parque Ecológico de Maracajá já está bem adaptado a nova casa. É o que garante o diretor de Turismo, Márcio Rodrigues da Silva. O animal chegou ao parque após ser encontrado em um banheiro de uma casa em Araranguá. Ele recebe alimentação duas vezes por dia, assim como os demais animais. O furão gosta de carne e por isso recebe o alimento moído.
O furão está em uma gaiola apropriada. Primos de gambás e lontras, o furão ganhou a domesticação a muitos anos atrás, sendo um animal com temperamento brincalhão, tanto em bando quanto com humanos. São animais extremamente curiosos e não perdem esse temperamento com o passar da idade.
O furão é um mamífero carnívero da familia dos Mustelídeos. Existem diversas espécies de mustelídeos, sendo a mais conhecida o furão-doméstico (Mustela putorius furo), utilizado como animal de estimação em vários países do mundo. Ao contrário do que algumas crenças populares indicam, os furões não são roedores e pertencem à família das doninhas, na qual se incluem os texugos e as lontras.
Fonte:
Assessoria da Prefeitura de Maracajá
Unidade de Zoologia da Unesc ganha nova coleção de animais
Estudantes, professores e toda comunidade têm um novo atrativo na Unidade de ZoologiaProfessora Morgana Cirimbelli Gaidzinski, da Unesc. A Unidade apresentou na tarde de hoje (27/10) a sua nova coleção do acervo Animais da Mata Atlântica, que fica no prédio da biblioteca. “O acervo ganho novos animais e foi revitalizado com um novo cenário, produzido com materiais reciclados”, comentou a coordenadora da unidade, professora Morgana Cirimbelli Gaidzinski.
Além de novas espécies, a coleção vai apresentar os principais impactos ambientais da região sul do estado de Santa Catarina, responsáveis pelas mortes da fauna regional. “Esperamos que a sociedade usufrua deste espaço educativo, que é gratuito e da comunidade”, destacou o reitor da Universidade, Gildo Volpato. A Unidade conta com 67 animais, sendo nove espécies de aves, dez de mamíferos, uma de reptil e três de aracnídeos. Cada espécie tem mais de um exemplar.
A nova coleção possui imagens fotográficas da região, sons e efeitos especiais, com o objetivo de aumentar a interatividade do público visitante. O novo cenário foi produzido pelo artista plástico Serafim JB. O projeto foi desenvolvido com apoio do Funturismo (Fundo de Incentivo ao Turismo de Santa Catarina).
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Clima: Meteorologia confirma neve em três cidades de Santa Catarina nesta quinta-feira
sexta-feira, 30 de julho de 2010
Meio Ambiente: Leão marinho é encontrado morto no Balneário Rincão

Foto: Colônia de Pescadores Z-33 - Balneário Rincão
terça-feira, 20 de julho de 2010
Notícia: Unidade de Zoologia promove 1ª edição do programa Férias no Museu
terça-feira, 13 de julho de 2010
Criciúma - A Cidade que passou por cima do seu rio
A cidade de Criciúma passou por cima do seu rio e o mesmo está respondendo a agressão sofrida, com o transbordamento dos canais subterrâneos em decorrência das fortes chuvas, alagando as vias públicas e inundando estabelecimentos comerciais. Apenas no mês de janeiro de 2010 houve três enchentes com transtornos e prejuízos a população. Veículos ficam boiando nas vias públicas e comerciantes amargam com prejuízos que o seguro não cobre. Até o maior shopping da cidade foi alagado.
O crescimento desordenado da “Capital do Carvão” a partir da década de 1970 não valorizou a bacia do rio Criciúma e seus afluentes. A grande maioria dos córregos e riachos (atualmente 117) foram aterrados ou canalizados. Muitas nascentes foram obstruídas porque criavam banhados, ou seja, tornavam-se inconvenientes espaços no perímetro urbano não planejado. Ruas surgiam sem traçado algum para atender comércios estabelecidos sem nenhum critério. Não fosse a Linha Férrea, não existiria a Avenida Centenário como referência atravessando a cidade, possivelmente até os motoristas criciumenses se perderiam no complicado trânsito.
A Prefeitura Municipal de Criciúma será contemplada com recursos do PAC no valor de R$ 21.800 milhões para implantar o Projeto Básico Executivo de Macrodrenagem da Bacia Hidrográfica do Rio Criciúma elaborado pela PROSUL, porém não resolverá o conflito do transbordamento, poderá sim amenizar proporcionando o escoamento mais rápido das águas, mas continuarão a invadir as vias públicas e o comércio sempre que houver as assustadoras precipitações pluviométricas, que tendem a ocorrer com mais frequência e intensidade com as mudanças do clima.
O projeto foi elaborado para uma obra de engenharia com muita tubulação e muito concreto, ou seja, é uma tentativa de solução com o alargamento do curso do canal em alguns pontos, é, portanto paliativo. O recurso é público e precisa ser transparentemente bem aplicado sob o olhar da sociedade civil organizada. Chega de obras mal construídas e com desvios de verba em licitações manipuladas. Por isso deverá ser debatido no Comitê de Bacias do Rio Araranguá (CGBHRA) e em Audiências Públicas (AP) em local de fácil acesso ao público criciumense. Existe uma mania política na região de que não se deve intervir nos projetos, mesmo que seja para torná-los úteis, pois a preocupação maior dos governantes e políticos é não perder a oportunidade da verba ser repassada as empreiteiras para a conclusão da obra, ou seja, o tal de resultado imediato, o mesmo errôneo e repetitivo procedimento que sempre resulta em problemas no futuro.
Os rios são como as veias do corpo humano, precisam estar sempre livres para a circulação do sangue, se gorduras se localizam em determinado ponto, é preciso retirá-las e o paciente deve adotar procedimentos e regime para evitar alimentos que contenham gordura. O caso do rio Criciúma é preciso renaturalizá-lo, dando-lhe condições de correr em seu curso, mas também é necessário adotar programas de aspecto preventivo como forma de reduzir o impacto das chuvas. Certa vez perguntei ao Senhor Manique Barreto (num casual encontro no aeroporto) o que deveria ser feito para reduzir o problema das cheias na cidade de Criciúma e o mesmo respondeu prontamente e sabiamente que deveria ser retirado tudo que estivesse sobre o rio. Imagine então a beleza cênica do Rio Criciúma restaurada, não mais sendo invadida pelo concreto da cidade. Pode até as atuais gerações não agradecerem, mas as futuras certamente que sim se realmente vir a ser executado algo decente e elogiável.
Não vemos o processo com a facilidade que os técnicos visualizam, resolvendo facilmente os problemas com soluções inviáveis no papel, quando na prática é bem complexo. Uma cidade colocou o seu rio na UTI e precisa salvá-lo, devolver a vida ao mesmo. Os pilares de construções privadas dentro do leito são como estacas no peito de alguém! O Estudo da PROSUL não é o que se esperava, mas faz um apontamento sincero e claro, quando afirma ‘’que as áreas localizadas as margens do canal do rio Criciúma devem ser consideradas como áreas de preservação permanente APP medidas a partir da margem do referido canal nas seguintes faixas: Largura de fundo do canal projetado igual a 09,00 metros e faixa da margem considerada APP igual a 30,00 metros.’’ Os técnicos precisam ir além e determinar a retirada de qualquer edificação que obstrua o curso da água e coloque em risco a segurança da população, pois cheias mais intensas poderão ocorrer.
Obviamente que nestas circunstâncias é preciso a participação do Ministério Público Estadual e Federal, para exigir o cumprimento da legislação da mesma forma que agem contra agricultores que utilizam as margens dos rios (mata ciliar) para o plantio e são processados. O rigorismo da lei tem que valer também no perímetro urbano. O Art. 2 do Código Florestal nº 4.771 de 1965 foi totalmente desobedecido, como também o Art. 3 da Resolução do CONAMA nº 303/2002 é bem clara quando defini o que é uma APP. A devastação da mata ciliar no rio Criciúma não atende nem o Código Ambiental de SC que é mais flexível quanto às suas dimensões.
Uma das primeiras alternativas é promover uma campanha que sensibilize os criciumenses a gostar do seu rio, valorizar a água que corre das nascentes e respeitar a mata ciliar. Pode até ser ‘’frescura’’ de ambientalismo, mas é um romantismo cientificamente comprovado que dá certo. Outra alternativa mais bruta/rígida é destruir as áreas de concreto desnecessárias que impermeabilizam o solo tanto em espaços públicos quanto privados. Se a água da chuva cai sobre áreas pavimentadas, a tendência é aumentar o escoamento para os cursos d’água e/ou áreas baixas da bacia. É um absurdo asfaltar as laterais da pista de uma rua ou avenida apenas para veículos estacionarem, esta faixa deveria se de paralelepípedo ou lajota para possibilitar a infiltração das águas. É preciso aumentar as áreas verdes para facilitar a infiltração das águas das chuvas. Certamente que havendo mais verde no perímetro urbano também reduzirá o insuportável calor na cidade de Criciúma.
O sistema de esgoto em implantação evitará em grande parte a contaminação dos recursos hídricos, mas a cultura do lixo também deve ser combatida, pois os resíduos urbanos assoreiam os canais e entopem as tubulações. Por outro lado no projeto de esgoto em andamento já era para ter previsto a construção de piscinões, grandes cisternas e caixas d’água nos prédios para a coleta de água da chuva.
As grandes riquezas econômicas de Criciúma deveriam também contribuir com a renaturalização ou revitalização do rio Criciúma, como uma espécie de medida compensatória pelos danos causados. É preciso algum sacrifício por parte de todos para reduzir o impacto das cheias no perímetro urbano da cidade como também na Bacia Hidrográfica do Rio Araranguá.
Por,
Tadeu Santos
Colunista "De Olho na Natureza"
Meio Ambiente: Mina 101 sofre embargo da Fundai em Içara
Canal Içara
sexta-feira, 9 de julho de 2010
Web: Microalgas viram biocombustível com tecnologia de Santa Catarina
Fonte: Blog Tisc
quarta-feira, 23 de junho de 2010
Meio Ambiente: Empresa de Içara realiza várias ações ambientais

A coleta seletiva também é realizada nas lojas e os resíduos são encaminhados para reciclagem. Os resíduos orgânicos da Administração Central são utilizados no processo de compostagem para fabricação de adubo orgânico. Todo o composto gerado é utilizado em horta própria.
Como funciona?
Coleta de sacolas plásticas e óleo de cozinha usado: Todas as lojas possuem coletores para os dois tipos de descarte. Para o descarte do óleo, orientamos para que sejam depositados em garrafa pet ou de vidro.
Sacolas retornáveis: São vendidos quatro modelos de sacolas com diferentes tipos de materiais. Todas a preço de custo.
Coleta de pilhas: Informe-se sobre os coletores dentro das lojas da rede.
quarta-feira, 28 de abril de 2010
Animais: Feira de filhotes no Criciúma Shopping
segunda-feira, 26 de abril de 2010
Animais: Três cachorrinhos precisam de um novo lar
Três filhotes de cão vira-latas estão para doação. A psicóloga Rita Guimarães, de Criciúma, achou a ninhada com seis filhotes abandonados a própria sorte na beira de uma estrada. Três já foram encaminhados para a feita da SOS Vira-Latas para serem doados, porém, ainda restam mais três cachorrinhos que precisam de um lar. São duas fêmeas e um machinho. Segundo a veterinária que atendeu a ninhada os animais têm aproximadamente 45 dias. Todos já foram vacinados e desverminados. Quem tiver interesse em dar um lar para um destes bichinhos podem entrar em contato no telefone (48) 3462
Notícia: Ex-ministra do Meio Ambiente vem a Criciúma
A ex-ministra do Meio Ambiente e candidata a Presidência da República, Marina da Silva, virá ao Estado de Santa Catarina nos dias 07, 08 e 09 de Maio, iniciando por Criciúma onde fará uma palestra no período da manhã do dia 08, no auditório da UNESC, aberto ao público em geral. Após o debate na UNESC, a Senadora participará de um almoço na Comunidade Rural de Santa Cruz, em Içara, como forma de manifestar apoio à resistência da justa causa dos agricultores que tentam preservar suas terras e seus recursos hídricos da ameaça da mineração do carvão mineral. Na ocasião entregaremos um documento a Senadora Marina contestando a instalação da USITESC, em Treviso, já que a FATMA emitiu a LAI na contramão da história, quando o mundo inteiro está abandonando a queima de combustíveis fósseis em função do aquecimento global que tantas tragédias climáticas tem provocado, principalmente aqui na região.
OBS. Esclareço que não sou filiado a nenhum partido político, exercerei a minha cidadania política votando nos candidatos que mais acredito na capacidade de promover transformação e mudanças na área socioambiental. Simpatizo com candidaturas que comprovadamente tenham preocupação com o socioambientalismo tanto do PV, quanto do PP, PT, PCB e PSTU.
Por,
Tadeu Santos
Ambientalista e Colaborador do Blog